quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Divulgação de campanha

(lucasfantini)

Se cada tetéia, cada pitxuquinha, cada belezura fizesse uma pessoa feliz por dia certamente o mundo seria melhor. Não precisaria chegar aos finalmentes, apenas um carinho a mais, um jeito mais especial de cumprimentar, talvez até um abraço mais aconchegante, mas lembrando que chegar aos finalmentes não está proibido. Com qualquer pessoa. Um cobrador de ônibus, um carteiro, comigo, um motoboy, um vendedor de bala da rua. Alvos não faltam. Pense que todas essas pessoas iriam trabalhar muito mais feliz no outro dia. O cobrador não iria estár chato como de costume. Motoboys seriam pessoas adoráveis. As filas seriam menos entediantes. Etc e tal. Numa escala de tempo maior, aumentaria o PIB, cairia o risco Brasil, o dólar abaixaria, enfim, benefícios viriam aos montes para a economia brasileira. O país teria um futuro mais próspero. Só depende delas, mas, como isso não é feito, estamos do jeito que estamos. Mais uma vez (assim como nos acidentes de trânsito) a culpa é das mulheres. Isso não é um post machista. Não. Longe disso. É apenas uma realidade. Porém, há um lembrete: está altamente vetado a participação de minha família nesta campanha (exceto das primas de segundo grau em diante).

(Idéia extraída do programa Mucho Macho)

(lucasfantini)

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Ache a cerveja + google

(lucasfantini)

Bom, primeiramente eu queria expor uma fato que aconteceu comigo. Atualmente eu estou usando este papel de parede http://www.kaiser.com.br/downloads/1024x768/4_mulheres_1024.jpg . Antes era uma foto da casa que painho tem em serrambi. Mas enjoou. Passou mais de 3 meses a mesma foto, daí eu resolvi mudar. Aí consegui essa do link. Acontece que ja tá com mais de uma semana que eu uso essa e apenas ontem eu fui notar que a loira segura uma garrafa de cerveja. Cheguei a conclusão que esta foto também é uma foto da série 'Onde está a taça?'. Mas esse tipo de coisa acontece.
Em segundo lugar é essa coisa de tecnologia. Eu coloquei meu nome no google e cheguei a conclusão que ele sabe quase tudo da minha vida. Sabe o ano que eu passei no vestibular, sabe o curso, sabe onde eu moro, sabe CPF, identidade. Porra, existem pessoas que eu conheço que não sabem onde eu moro e o google sabe onde eu moro. E AI DE QUEM DISSER QUE EU MORO LONGE, eu jogo uma praga maior do mundo. Porque quem mais falava era Italo. E hoje em dia tá aí. Todo dia passa pela minha casa pra ir pra casa da namorada e para ir pra faculdade. Eu to com medo de colocar meu nome de novo e aparecer lá "Vá fazer a barba porque tá com mais de 5 dias que você não a faz." Era bom que ele dissesse se uma pessoa vai querer ou não, se a gente der em cima, ou dissesse qual a melhor escolha profissional de cada um, ou até mesmo as 6 dezenas da mega sena. Continuando nesse assunto google, eu fui na parte de imagens no google e começei a colocar 'american women, australian women, italian women, spanish women, brazilian women, poland women...' e coloquei todas as nacionalidades em ingles que eu conheço. E eu reparei que a única nacionalidade que apareceu uma bunda nas primeiras fotos foi qual? Brazilian women. Huahauhauh. Mais isso é mais uma besteira minha. Você pode ter se perguntado: "Pqp, Lucas não tinha o que fazer não é?" É, é uma verdade. Fazer o que?

Ah, e pra fechar esse post, eu gostaria de falar só mais uma coisa:
"E tu tem ****, mago?"

(lucasfantini)

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

É uma verdade...

(lucasfantini)

Porque tudo junto é separado e separado é tudo junto?

(lucasfantini)

Meneses e suas labaredas

Época: Primeiro ano científico. Local: Sala de aula. Mais especificamente a última fileira do meio, onde ficavam três bancas juntas lado a lado(não me pergunte pra quê, na minha teoria só aumentava a conversa). Contexto: aula de... de... de. A gente (Eu, Lucas, acho que Italo e não sei quem mais) tava jogando Nome, Lugar e Objeto. E Rafael Meneses dormindo numa banca ao lado da nossa. Como sempre, as meninas (Sofia, Mariana, Marcella, Mel, Larissa, Maíra etc) sentavam na região esquerda (do professor) da sala, da frente ao fundo. Puta merda, era bom demais. Tempo que ver ou não uma aula tanto fazia. Bom, devidamente imaginado o cenário, aquela escrotice rolando no jogo e todo mundo rindo. E Meneses dormindo (me lembrei agora de como era bom acordar ele no susto). Não mais que de repente, a sala faz aquele silêncio. E, numa infeliz coincidência, Meneses resolveu peidar EXATAMENTE NESTA HORA. Meu amigo. Tô me transportando pra sala agora. Aquele barulho característico, até então não identificado de onde tinha vindo. Então, levanta ele a cabeça desesperado olhando pros lados investigando se alguém tinha escutado. Meu amigo. Sabe uma coisa MUITO escrota? Foi mais que isso, garanto. No que eu olho e vejo aquela cena, já tinha nego se olhando e rindo há muito tempo. E Sofia, que não era de deixar passar uma dessa, soltou alguma gracinha, a qual eu não lembro. Essa foi uma das vezes que eu mais ri na minha vida. Concorrendo, talvez, com o rasgão da calça de Lucas e mais alguns casos. Até a próxima. (:

domingo, 23 de setembro de 2007

Descolamento De Pulmão

(Ricardinho)

Não, não tem nada de doença. Só nos lembra uma época em que cada cidadão habitante deste planeta que tomasse dois goles de vodca e/ou uma lata de cerveja com Renan ou Lucas teria que escutar AO MENOS um episódio do "nosso amigo Bira". Bom, Bira reside ali, na divisa do Ceará com o Piauí. É a encarnação do bêbado de piadas. Ao escrever isso, entro em ausência e me transporto pro lado de Renan rindo de ficar sem ar, daquele jeito peculiar dele. E, logicamente, extremamente alcoolizado. Voltando ao Bira, não vou narrar aqui os fatos que aconteceram com ele. Se você lê esse blog e não conhece a história de Bira, considere-se um (ainda) por fora. Outro personagem que habitava (e ainda habita, nostalgicamente em bares) que me lembrei agora é o glorioso Falcão. Um cara que diz coisas como estas, não pode ser desprezado:

- "O Brasil é um dos paises mais desenvolvido em matéria de atraso."
- "Se a taxa de chifre no homem brasileiro caísse 100%, ainda seria 50% mais alta do que o índice da Fundação Getúlio Vargas, em relação ao mesmo período do ano passado."
- “Eu sei que a burguesia fede, mas tem dinheiro pra comprar perfume.”
- "Mulher feia e Jumento perdido, só quem procura é o dono."
- "É melhor cair em contradição que do oitavo andar"
- "A mão que joga a pedra é a mesma que apedreja"
- "[...] Que pra quem tá indo, que vem vindo na verdade é quem ta indo."

O cara é foda hein? À medida que for me lembrando dos "causos", coloco aqui. E viva o humor underground.


(Ricardinho)

Puta merda! minha calça!

(lucasfantini)

A genta era 1º ano. Ô tempo bom. Sem muitas preocupações (ou sem preocupações), a sala com todo mundo, ainda tava Ricardo, Italo, Julio, etc ... Acontece que mainha comprou uma calça pra mim que assim... não era uma Brastemp. E eu usava ela pra tudo né. Todo dia. Fizesse chuva, fizesse sol. Pra jogar bola ou pra simplesmente andar. E o abanhado dela não estava feito. Então logo no calcanhar direito (podia ser o esquerdo, mas aconteceu no direito) fez uma taiada de modo que não caiu o pedaço de calça. Eu convivia em harmonia com aquele rasgão. Porém, certo dia, eu mostrei pra Ricardo e tentei tirar. Mas a calça resistiu. Sendo que a hora que eu puxei foi justamente a hora que Joninho olhou pra gente. Ele chegou e perguntou: "Quer que eu tire?". "Não, precisa não". "Me dá, cacete, eu tiro". Sendo que aí, tá na hora de pensar no que a calça pensou naquela situação. Porra, você vai lá, compra a calça, não dá descanso de nenhum dia, faz tudo que é preciso com ela, ela tem que ficar cheirando aquela zona do agrião até mesmo depois de uma pelada, e só porque ela rasga um pouquinho você quer arrancar uma parte dela? Certamente ela não gostou. Então, para se vingar, quando Joninho pegou meu pé ela deve ter reunido todas as forças possíveis e ficou esperando o golpe. Primeiro golpe dado e nada. Sendo que o puto do Joninho não soltou meu pé, fazendo com que eu ficasse com a perna esticada à meia altura. Ele com meu pé na mão e eu me equilibrando num pé só. Aí que entra o sem noção. De quem eu to falando?! De Luiz, que, ao me ver naquela situação deplorável, tem a brilhante idéia de me dar uma rasteira. Quando eu vejo aquela criatura deslizando no chão pra dar uma rasteira em mim, minha primeira reação foi pular pra desviar. No que eu pulo e que volto pro chão... RAAAAAAASG! A calça! Das duas uma: ou ela não aguentou de fato o novo puxão forçado, ou ela ficou com pena de mim ao ver 17 tentando uma rasteira. Sendo que aí a calça fez um serviço bem feito. Pense num rasgão. E o rasgão ainda foi no comprido! Começou no pé, passou a canela, passou joelho, passou a coxa e só parou de rasgar bem ali... naquela região. Meu amigo, o Jorge quase que ficava pra fora. Todo mundo se entreolha e eu começo a rir. Mas é claro, o que é que eu iria fazer numa hora daquela? Entra o professor. Já tava perto do recreio. Eu me sentei lá atrás e já não estava rindo tão à toa, porque eu comecei a pensar como que eu ia voltar pra casa. Eu ia de ônibus. E no ônibus todo mundo já me conhecia como o gordinho que ficou entalado na catraca. Pronto. Agora que fudeu tudo de vez. Eu seria o gordinho quase-nu que ficou entalado na catraca. Minha vida iria arruinar-se (dróó). Mas isso do ônibus é uma outra história... Tocou para o recreio. Antes de sair todo mundo da sala, eu saí perguntando quem era que tinha um grampeador. Consegui um. Passei o recreio todo grampeando minha calça. Só na zona do Jorge foi uns 10 minutos, porque aquela região era delicada. Era não... é delicada! Acabei o serviço, acabou o recreio e recomeça a aula. Entra o professor. Ainda lembro qual: Luciano Brandão, matemática. Eu fiquei conversando lá atrás... Até que...:"Ei, psiu, tu, sai de sala, tais conversando muito". Era comigo. Puta merda. O problema nem era sair da sala. O problema era a calça, pois apesar de gastar o recreio todo grampeando-a, o serviço não tinha ficado as mil maravilhas. Tentei me desculpar, mas... sem sucesso. No que eu começo a andar pra sair da sala, eu também começo a sentir que todo o recreio perdido foi em vão. Começou a sair tudo que é grampo. Luciano olha pra mim e diz:"Tua calça visse, ela tá...". "É, eu sei." Andei o corredor todinho sem separar uma perna da outra, tentando esconder o rasgão. Chego na coordenação, explico como fui posto pra fora... Agenda pra lá, advertência pra cá. E, na hora de sair, eu não era doido de virar as costas e sair. Saí de frente pra ele, dando ré, conversando miolo de pote. No fim das aulas, ainda fiquei um tempo na sala reforçando os grampos pra poder voltar pra casa.

(lucasfantini)

sábado, 22 de setembro de 2007

E tome merlin...

(lucasfantini)


Estávamos eu, painho e mainha embaixo do prédio esperando minha irmã chegar, pois ela iria viajar. Eu e mainha iríamos deixar ela no aeroporto, enquanto painho iria só desejar boa viagem, pois tinha que acordar cedo no outro dia. Após um certo atraso por parte de Larissa (irmã), painho com toda sua onisciência encostou-se num carro e ficou olhando para o prédio da frente. Alguns minutos depois ele indaga com todo seu jeito peculiar de falar:

-Hein, Lucas, aquele predio ali. 17 andares, 4 por andar...

-Sim...

-Vamos colocar em média 3 pessoas por apartamento...

-Hum...

-Dá 17x4... dá 68.. 68x3... dá 204 pessoas. Considerando que cada pessoa caga em média 500 gramas de merlin por dia.. 204x0,5 dá 102kg de merlin por dia!!!

-Carai, é mesmo.

-Num mês dá 102x30 que dá 3.060kg de merlin. Somente de um prédio! 3 toneladas!

-Mas peraê, 500 gramas é demais porq...

-Oxe, tu pensa que merda não pesa não, é?! Merda pesa! Mas ok, coloquemos 300 gramas por dia. Dá 1.836kg.

O porteiro que estava vendo Bebel... ops, Bebel não. O porteiro que estava vendo a novela das 8 se vira pra a gente e começa a rir. Painho continua...

-Puts grila, velho, é muito cagão que tem no mundo. E isso é somente de um prédio. Num raio de 500 metros a gente tem quantos prédios por aqui?.. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7,8, 9... E porque a gente mora num lugar que não têm muitos prédios.

Minha irmã chega...


Eu fiquei realmente encasquetado com toda essa conversa. 100kg de merlin todo dia passando pelos canos. E olhe que não é somente 100kg, porque precisa diluir todo aquele produto intestinal(pra nao falar merlin de novo), e isso devido somente a um prédio. Aí depois eu fiquei me perguntando; depois de desidratar, depois de vários prodecimentos, o que é que faz com ela? Porque podem ter feito o que for, mas continua sendo merlin. Eles enterram, é? Enterrar é foda, não tem condições de enterrar esse tanto não. Deve queimar, mas aí e o ar? Aí depois colocam a culpa no meu fusca 1974 (que, coincidentemente, tem cor de merlin). Dizendo que a poluição, e num sei queeee, num sei que mais lááá. E eles colocando merlin no ar aí.Isso reforça mais ainda minha teoria de que obrar é um exercício altamente deprimente. Mas isso é uma outra história...

Pra terminar este post eu gostaria de deixar uma frase, que até tem a ver com o assunto tratado..."Se dinheiro fosse merda pobre nascia sem cú." Huahauhauhau


Esse vídeo que eu vou colocar aqui embaixo é uma música que o pessoal do programa do Mução passou pra o forró.Eu escutei, achei massa, mostrei pra Luiz (que também gostou). Aí eu achei no site do Mução (www.mucao.com.br) e tou colocando aqui. Forró encaixa em qualquer coisa, po.

(lucasfantini)

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Fim de Semana em Casa


(luiz milet)

Tem coisa pior do que estar em casa em pleno sábado a noite? Acho difícil... pelo menos eu vejo como se toda criatura de todo o universo estivesse fazendo algo super interessante, enquanto eu apenas na frente do meu vagaroso 'celeron'! Pior até mesmo do que estar em meio aos amigos de colégio do seu pai: aqueles que só fazem conversar sobre 'como era bom quando eles tinham a nossa idade...'. Só para piorar a partir da 22:00 não há mais ninguém com quem conversar na internet MSN, Orkut, Fotolog fica tudo parecendo aquelas cidades-fantasmas de filme de 'faroeste'! (hahaha). Antes de pensar em como continuar esse post, eu nunca tinha pensado nisso: pior que a noite que você fica sem fazer nada, descontando toda a sua raiva nos irmãos mais novos e em qualquer espécie de comida que haja dentro de casa- parece que quando decidimos ficar em casa nosso apetite se abre assustadoramente e comemos feito verdadeiras dragas!-, talvez seja o dia seguinte quando chega o primeiro amigo e faz:
-e aí, o que foi que tu fizesse ontem?
Você, pelo menos eu, ainda considera a opção de mentir e contar algo mirabolante que tenha feito, mas desiste e diz:
-Não fiz nada, fiquei em casa assistindo Zorra Total. E tu, fosse pra onde?
E ele conta uma noite realmente DO CARALHO! Sim, acho que essa é a pior sensação por que uma pessoa pode passar. Quase uma humilhação. Sem contar que toooodo mundo que você tem no msn parece que só tem essa pergunta a você. É horrível. E é uma sensação pela qual todos nós provavelmente iremos passar um dia por qualquer motivo que seja: prova na segunda, falta de dinheiro, falta do que fazer etc, etc, etc. Por falar nisso, hoje é sexta, já são 18:42, acho que se eu nao quiser sobrar, eu devo ir procurar algo pra fazer! Um abraço e bom final de semana!


(luiz milet)

Deixa comigo...

(lucasfantini)


Tava eu, Renan, Ricardo, Italo, Luiz, Bia, Kaleel e Pocó na casa de Luiz. Eu acho que foi o dia seguinte do dia que eu dormi no banco de cimento, mas isso não vem ao caso... Daí que surge a idéia: Vamos jogar Banco Imobiliário. Tá ok. Vamos. Pocó pega o jogo e nós começamos... Acontece que banco imobiliário só tem 6 pinos. E éramos em 8. Daí Italo diz que não quer e que prefere ficar mexendo no celular. Aliás, meu celular, que ele fez questão de mudar todas as cores, todos os tipos de exibição de pasta e tudo que foi possível mudar. Cada um pegou um pino, e eu fiquei como o banco. Ok, começa o jogo... "Aqui, aqui, companhia de aviação pra mim", "Morumbi pra mim" e assim por diante... Um tempo depois eu já estava com vontade de jogar de fato, e não ser um mero banco. Aquilo não tinha graça. Comecei a me chegar pra Renan que até então não era o melhor e nem o pior. Comecei a dar pitaco, etc etc etc... Rodadas depois o pessoal já tinha se acostumado com o jogador Renan/Lucas e o banqueiro Lucas. Sendo que quando você começa a olhar aquele mói de R$500 não mais como um banqueiro e agora como um jogador, o banco na sua mão vira uma arma. E uma arma que pode comprar o que você quiser. Eu falei para Renan e ele concordou, pois apesar de ladrões, nós fomos honestos um ao outro. Decidimos pegar as de R$50 pois tinha maior circulação e se fossemos pegar as de R$500 ficaria muito na cara. Certa hora, Ricardo chama Italo e diz: "Oa, eu vou ali no banheiro resolver uma coisa que só eu posso resolver, meu pino é tal, to com tanto de dinheiro, tenho essas propriedades aqui, e tal tal tal... Você sabe jogar, né?!" Ele retruca de imediato: "Maaai... Ricardo, eu trabalhei em banco, sei como funciona isso daí" Tá ok. Ricardo vai dar sua obrada tranquilo e calmo. Recomeça o jogo. A primeira pessoa joga o dado e cai numa casa de Ricardo, sendo que Italo não vê. Ele só vê quando o próximo está jogando. Um berro:"Eeeeeeeei, você caiu na minha casa". Eu não me aguento, já começo a rir. Sendo que ele não pode cobrar mais porque o próximo já tinha jogado. E nesse meio tempo o próximo também caiu na casa de Ricardo. Acontece que o próximo apressa o próximo do próximo para jogar logo. E Italo sem saber de nada. Quando ele vê que o próximo também caiu na casa dele ele se desespera: "Eeeeeei mermão, pague aqui, você também caiu na minha casa. Booooora, pague logo, quer morrer, é?!?!" Nesse momento não tinha mais ninguém se aguentando, estava todo mundo morrendo de rir. Eu caí no chão de tanto rir, Renan segurava a barriga porque dizia que tava doendo de tanto rir. Aquilo era muito mais engraçado para mim e para Renan, porque a gente já tava roubando descaradamente. E Luiz lá, com cara de sério, puuuuto com toda aquela zona, afinal de contas ele era um dos únicos que estava levando aquele jogo a sério. Voltando para Italo, o próximo do próximo TAMBÉM caiu na casa de Italo, quando ele vê isso e se dá conta que não pode mais cobrar porque já não era mais a vez ele se levanta PUUUUUTO e diz que quer ir embora para casa. Aquelas coisas de Italo... Nesse momento chega Ricardo com a cara mais aliviada do mundo não entendendo bulhufas nenhuma. Um no chão rindo, outro tentando inutilmente voltar a jogar, e Italo pegando as coisas pra ir embora. Explicamos tudo a Ricardo, que ficou por um lado puto, porque soube que tinha perdido um bocado de dinheiro e por outro lado não se aguentou, começou a rir. A turma começou a guardar o jogo e a contar quanto cada um tinha. Aí começou... Luiz: R$ 600, Bia: R$ 300,num sei quem: R$ 540, fulano: R$ 800, Lucas/Renan: R$ 4.200 Pronto, era o que faltava pra Luiz ficar puto por completo.


Para encerrar este post, eu só digo mais uma coisa para o banqueiro (Italo):

"-Este carro está avaliado em RS3.500"

"-É oqueeee?! (batendo a mão na mesa). Meu carro não é um chevette não, minha senhora."


(lucasfantini)

domingo, 16 de setembro de 2007

Malditas quintas-feiras...

(lucasfantini)

Antes de começar de fato esse post eu fiquei na dúvida qual que porra é o plural de quinta-feira.É quintas-feiras? Eu não sei. Fui no intuito. Faltei essa aula.

Enfim, voltando ao tema do post, eu passei por uma fase que tudo que me acontecia de ruim era numa quinta-feira. Rés, quintas-feiras, PC quebrar, quintas-feiras, topada, quintas-feiras. Era orrivi. Mas esse caso que eu vou contar foi o pior que teve.Eu era 2º ano e era um daqueles dias que inventam de colocar aula o dia todinho. Negócio de corno.Se tivesse mais um turno eles colocariam aula nele. Enfim, era uma quinta-feira (é naaada) e eu não sei por qual o motivo, mainha não podia me levar no colégio. O carro tinha quebrado, ela não podia porque tinha algo pra fazer, enfim, não podia. Então, ela mandou eu ir de ônibus. Como aquilo não era de costume, eu não tinha nem idéia da hora que o ônibus ia passar na parada. Cheguei na parada, esperei aqueles míseros 40 minutos e segui para o colégio. Ao chegar no portão B do colégio, o cara da portaria disse que já era tarde demais e que só podia entrar pelo portão C, e ainda mais, com a autorização da coordenação. Quando estou quase chegando no portão C, um velho numa bicicleta olha pra mim e diz: "Bora boy, o aparelho, rápido, o aparelho" Já era celular. Era um da Siemens, C55 se eu não me engano, eu gostava pra carai dele.Entrei no colégio, falei com a coordenação, que pediu minha agenda. Naquela agonia de pegar ônibus, eu não tinha pego a agenda. Falei que me atrasei porque vim de ônibus e bla bla bla... A coordenadora, sempre muito gentil, só não me chamou de arroz-doce. No final, para dar uma de legal, ainda falei: "E ainda por cima, Ceres, quando eu estou chegando no portão C, fui assaltado e levaram meu celular." Ela devolve carinhosamente: "Bem feito, quem manda chegar atrasado, se chegasse na hora não seria assaltado."Quando acabou as aulas da parte da manhã, eu saí com Renan pra almoçar na casa dele. Quando a gente tava na metade do caminho, Renan encontra com Ylissa. Eu não gostava de Ylissa. Hoje não, hoje eu gosto dela. Gente finissima. Mas Renan, como sempre, meteu o sorriso no rosto e começou a falar com ela: "Opa, meu anjo, minha princesa, como é que tá?! Ahhhh, tá tranquilo..." etc etc etc... Essas coissas de Renan... Mas, acontece que, a gente ficou conversando debaixo de uma árvore. Nas árvores têm pombos e esses pombos quando querem dar uma obrada não escolhem hora nem lugar. Aí o pombo caga em cima de quem?! Luquinhas aqui. Alguém aí já levou uma cagada de pombo?! É triste, é merda que só a bobônica. Ylissa começou a rir, aumentando mais ainda minha raiva com ela. E, enfim, seguimos para a casa de Renan almoçar. A essa altura, eu já tinha me ligado que era uma quinta-feira. Eu tava até com medo de atravessar uma rua. Sei lá, depois passava um patinete desgovernado e me atropelava. Até o final do dia ainda aconteceu mais algumas coisas, mas eu não me lembro exatamente o que foi.

(lucasfantini)